Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (400725)
Rua Francisco Clemente - Rego d'Água, 2419-004 Leiria
244880000 |   direcao@esalv.edu.pt |  NIF: 600000788
               

 

A escola secundária Afonso Lopes Vieira foi criada, em 1982, para dar resposta à sobrelotação das escolas do núcleo central urbano de Leiria e para corresponder ao notório crescimento demográfico desta área geográfica do concelho. As circunstâncias da decisão da sua implantação determinaram as características estruturais da sua conceção, com prioridade à rapidez de execução e à funcionalidade essencial, sem grande exigência de qualidade construtiva ou de uma organização otimizada do espaço.

Assim sendo, com mais de 30 anos do seu funcionamento intensivo, registam-se necessidades urgentes de manutenção e conservação desde a pintura interior e exterior dos blocos, à reestruturação de redes informática e elétrica, à remoção de fibrocimento dos telhados ou à substituição de portas e caixilharia de acordo com padrões de eficiência energética e de conforto. A falta de espaços complementares às tarefas administrativas da Escola, ou de outros destinados a acondicionamento de stocks de material, é outra das carências que se vêm agravando com o desenrolar do tempo. A necessidade de expandir o espaço de Arquivo morto é premente, tendo em conta as exigências legais de guarda de documentos durante um número considerável de anos. Também a reformulação do sistema de controlo de entradas e saídas da escola tem sido uma justa reivindicação dos Encarregados de Educação a qual ainda não foi possível satisfazer, mas que deve merecer toda a atenção.

Planta

É também um desígnio dotar a escola de instalações capazes de cumprir a função de inclusão digna e útil de jovens com necessidades educativas especiais. A disponibilização de espaços adequados à prática simulada dos Cursos profissionais do Ensino secundário deverá ser, igualmente, um outro objetivo a concretizar logo que possível, tal como a melhoria de conforto no Pavilhão Gimnodesportivo.

O associativismo dos Pais e Encarregados de Educação e dos Alunos, tem merecido o estímulo das direções da ESALV, apesar de nem sempre ter sido possível vivê-lo de forma dinâmica e proativa. As condicionantes laborais de muitos dos Pais, a dificuldade de transportes da residência até à escola ou ainda a irregularidade social dominante, poderão explicar essa debilidade de participação. Quanto aos alunos, a Associação tem demonstrado dificuldades na concretização de um plano de atividades próprio e continuado, mas, quando solicitada, tem dado contributos para as iniciativas promovidas pela direção da escola ou projetos não curriculares.

A ação pedagógica da escola tem privilegiado a formação integral dos seus alunos, numa perspetiva humanista, sem contudo descuidar a necessidade de garantir uma preparação académica de qualidade.

Apesar das dificuldades referidas e das grandes limitações orçamentais e burocráticas, a Escola tem procurado intervir, muitas vezes sob sua responsabilidade, na manutenção e melhoramento do edifício e do espaço envolvente, na progressiva instalação de meios técnicos de uso pedagógico nas salas de aula, sem contudo conseguir responder com a celeridade expetável a todas as solicitações.